Filho Amado comenta sobre a série A Casa do Dragão T3 E8 as Traições em Tumbleton
Sinopse
Rhaenyra descobre que Aegon e seu dragão estão vivos. Daimon a acalma e ela lhe pede que tome Tumbleton. Enquanto isso, Ulf vai beber em uma taberna na cidade antes da grande batalha.
Aegon vai a Harrenhal à procura de seu irmão Aemond. Ao vê-lo acompanhado de seu dragão, Aemond se ajoelha e pede perdão. Aegon propõe um acordo: se ajudá-lo a encontrar Vhagar e voarem juntos primeiro contra Ormund e depois contra Rhaenyra, Aemond terá o perdão.
Liderando o exército dos Homens das Terras Fluviais em conjunto com as forças dos Nortenhos, Daemon chega aos portões de Tumbleton.
Para evitar qualquer ataque de dragões, Ormund coloca crianças na linha de frente e nas torres, e ordena que procurem por Ulf, que está desaparecido. Em seguida, a grande batalha tem início.
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Que final de temporada esplêndido! A grande batalha de Tumbleton foi exatamente o que os fãs de A Casa do Dragão precisavam. Ver Daemon lutando sem um dragão, demonstrando toda a sua destreza e agilidade, foi sensacional, e os efeitos visuais foram de arrepiar.
Ormund teve o desfecho que todos aguardavam, sendo abandonado à própria sorte por confiar em Ulf.
A cena em que Daemon acalma Rhaenyra durante seu momento de desespero foi muito tocante. Matt Smith provou mais uma vez que domina o papel; Daemon demonstrou ser um exemplo de marido, o tipo de homem que bota o peito na frente pela amada e vai para a guerra, provando que nunca foi um cavaleiro apenas por causa de seu dragão.
Rhaenyra vai pessoalmente ao Grande Septo de Baelor para exigir que o Alto Septão a reconheça e a coroe oficialmente perante o povo como a rainha legítima — um passo que, em minha opinião, deveria ter sido dado logo no início da temporada, assim que conquistou o trono.
Por outro lado, vale a reflexão: quando alguém alcança o poder, deve exigir a submissão de seus súditos ou conquistá-los? Daemon diz a Rhaenyra que eles detêm o poder porque possuem dragões, mas será que a conquista obtida unicamente pela força é o bastante para fazer de alguém um verdadeiro governante?
Achei extraordinariamente inteligente a decisão de Aegon de ir atrás de Aemond, não para se vingar, mas para tê-lo ao seu lado, sendo essa a única maneira de recuperar alguma chance de reaver o trono. Isso deixa um gancho espetacular para a quarta temporada.
Por fim, a grande batalha de Tumbleton nos lembrou que a guerra não é justa e não premia quem é o melhor, mas sim quem é mais astuto. É como um jogo de xadrez que exige cálculos em seus mínimos detalhes: por mais que Daemon tivesse poder, nome e riqueza, ele quase foi morto por um soldado comum, Ser Jon Roxton.
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