Filho Amado comenta sobre a série A Casa do Dragão T3 E8 as Traições em Tumbleton

  • Título original: "The Treasons at Tumbleton" (As Traições em Tumbleton)
  • Data de estreia: 9 de agosto de 2026
  • Plataforma/Emissora: HBO e Max
  • Roteiro: Ryan Condal e Ti Mikkel
  • Direção: Andrij Parekh
  • Temporada: 3ª temporada (Episódio 8 - Final de Temporada)

  • Elenco 
  • Rhaenyra Targaryen – Emma D'Arcy 
  • Daemon Targaryen – Matt Smith 
  • Alicent Hightower – Olivia Cooke 
  • Aemond Targaryen – Ewan Mitchell 
  • Aegon II Targaryen – Tom Glynn-Carney 
  • Corlys Velaryon – Steve Toussaint 
  • Helaena Targaryen – Phia Saban 
  • Addam de Hull – Clinton Liberty 
  • Alyn de Hull – Abubakar Salim 
  • Hugh Hammer – Kieran Bew 
  • Ulf, o Branco – Tom Bennett 
  • Kat Hammer – Ellora Torchia 
  • Daeron Targaryen – Benjamin Evan Ainsworth 
  • Ormund Hightower – James Norton  
  • Gwayne Hightower – Freddie Fox
  • Baela Targaryen – Bethany Antonia 
  • Rhaena Targaryen – Phoebe Campbell 
  • Roderick Dustin – Tommy Flanagan 
  • Oscar Tully – Archie Barnes 
  • Jon Roxton – Joplin Sibtain 

  • Sinopse

    ​Rhaenyra descobre que Aegon e seu dragão estão vivos.  Daimon a acalma e ela lhe pede que tome Tumbleton. Enquanto isso, Ulf vai beber em uma taberna na cidade antes da grande batalha.

    ​Aegon vai a Harrenhal à procura de seu irmão Aemond. Ao vê-lo acompanhado de seu dragão, Aemond se ajoelha e pede perdão. Aegon propõe um acordo: se ajudá-lo a encontrar Vhagar e voarem juntos primeiro contra Ormund e depois contra Rhaenyra, Aemond terá o perdão.

    ​Liderando o exército dos Homens das Terras Fluviais em conjunto com as forças dos Nortenhos, Daemon chega aos portões de Tumbleton.


    ​Para evitar qualquer ataque de dragões, Ormund coloca crianças na linha de frente e nas torres, e ordena que procurem por Ulf, que está desaparecido. Em seguida, a grande batalha tem início.

    ​Comentários

    ​Que final de temporada esplêndido! A grande batalha de Tumbleton foi exatamente o que os fãs de A Casa do Dragão precisavam. Ver Daemon lutando sem um dragão, demonstrando toda a sua destreza e agilidade, foi sensacional, e os efeitos visuais foram de arrepiar.

    ​Ormund teve o desfecho que todos aguardavam, sendo abandonado à própria sorte por confiar em Ulf.


    ​A cena em que Daemon acalma Rhaenyra durante seu momento de desespero foi muito tocante. Matt Smith provou mais uma vez que domina o papel; Daemon demonstrou ser um exemplo de marido, o tipo de homem que bota o peito na frente pela amada e vai para a guerra, provando que nunca foi um cavaleiro apenas por causa de seu dragão.

    ​Rhaenyra vai pessoalmente ao Grande Septo de Baelor para exigir que o Alto Septão a reconheça e a coroe oficialmente perante o povo como a rainha legítima — um passo que, em minha opinião, deveria ter sido dado logo no início da temporada, assim que conquistou o trono.


    ​Por outro lado, vale a reflexão: quando alguém alcança o poder, deve exigir a submissão de seus súditos ou conquistá-los? Daemon diz a Rhaenyra que eles detêm o poder porque possuem dragões, mas será que a conquista obtida unicamente pela força é o bastante para fazer de alguém um verdadeiro governante?

    ​Achei extraordinariamente inteligente a decisão de Aegon de ir atrás de Aemond, não para se vingar, mas para tê-lo ao seu lado, sendo essa a única maneira de recuperar alguma chance de reaver o trono. Isso deixa um gancho espetacular para a quarta temporada.


    ​Por fim, a grande batalha de Tumbleton nos lembrou que a guerra não é justa e não premia quem é o melhor, mas sim quem é mais astuto. É como um jogo de xadrez que exige cálculos em seus mínimos detalhes: por mais que Daemon tivesse poder, nome e riqueza, ele quase foi morto por um soldado comum, Ser Jon Roxton.

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