Filho Amado comenta sobre o filme A última casa 2026


  • Título no Brasil: A Última Casa
  • Título Original: The Last House
  • Ano de Lançamento: 2026
  • Data de Estreia: 7 de agosto de 2026
  • Distribuição: Netflix
  • Duração: Aproximadamente 1h52min
  • Países de Origem: Estados Unidos, França e Reino Unido
  • Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos (PG-13) 
Equipe Técnica
  • Direção: Louis Leterrier
  • Roteiro: Matthew Robinson
  • Produção: Peter Chernin, Jenno Topping, Omar Sy e Louis Leterrier
  • Fotografia: Pål Ulvik Rokseth
  • Design de Arte: Kevin Jenkins
  • Música (Trilha Sonora): Yair Elazar Glotman
  • Efeitos Visuais: Untold Studios e ILM
  • Distribuição: Netflix
Elenco Principal
  • Greta Lee como Ann (a mãe)
  • Wagner Moura como Jason (o pai)
  • Noah Alexander Sosnowski / Gabriel Barbosa como Graham
  • Riley Chung / Emma Ho como Ruth
  • Noah Alexander Sosnowski
  • Riley Chung 

Sinopse

​Certa manhã, Jason volta mais cedo de uma pescaria devido à chuva. Ao chegar em casa, encontra sua esposa, Ann, dormindo. Quando seus filhos — Graham, de 12 anos, e Ruth, de 8 — o convencem a ir comprar uma árvore de Natal mesmo debaixo de chuva, Jason percebe que estão trancados dentro de casa. Mesmo tentando quebrar as janelas ou até as paredes, algo sobrenatural os impede de sair — e não apenas eles, mas todos os moradores da rua.


​Acreditando que conseguiriam sair assim que a tempestade passasse, a família não se desespera: passam o tempo brincando, fazendo exercícios e estudando. No entanto, a chuva não para, e Ruth começa a perceber que há algo de diferente nela... algo vivo.

​Em uma das noites, uma mulher que ficou do lado de fora tenta entrar na casa deles, desesperada, até que algo a puxa violentamente para a escuridão.

​Anos se passam e a família luta para sobreviver: quebram o piso até encontrar terra para cultivar seus próprios alimentos e caçam animais selvagens de formas bastante arrojadas. Infelizmente, nem todas as pessoas da vizinhança tiveram a mesma iniciativa.

​Comentários

​É um filme bem complexo no que diz respeito à analogia criada. Consegui compreendê-la melhor depois de pesquisar bastante, mas também tenho as minhas próprias teorias.

​Acho que, para entender todo o contexto da história e a metáfora criada pelo roteirista, precisamos ter em mente que a trama se baseou no período da pandemia — principalmente no isolamento social e no confinamento dentro de nossas casas estipulados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Daqui a pouco volto a abordar mais esse tema.


​Wagner Moura, como sempre, dá um show de atuação. As cenas de maior tensão, quando seu personagem (Jason) está sob forte estresse, são extremamente intensas. É aquele tipo de ator que assusta a todos no set pela entrega e força do seu trabalho.


​Greta Lee também está surreal em suas cenas. Conseguimos sentir todo o seu medo e terror, mesmo enquanto ela tenta se conter para não apavorar os filhos — me lembrou um pouco a atuação de Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui.

​O filme foi excelente até o penúltimo ato, mas a parte final me perdeu um pouco: virou uma mistura de Sinais com Esqueceram de Mim. Acho que, se simplesmente as portas se abrissem um dia, a chuva parasse e eles vissem a natureza e o planeta retomando o seu espaço, a mensagem já ficaria muito bem esclarecida.


​A época da pandemia, especialmente durante a quarentena, foi assustadora e um enorme desafio para muitas famílias. A força que Jason e Ann demonstraram no filme reflete a força que muitos pais e mães precisaram ter na vida real para manter a sanidade e alimentar seus filhos. Mas passamos por tudo isso e sobrevivemos, graças a Deus.

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