Filho Amado comenta sobre o filme Mortal Kombat 2 2026
Sinopse
Kitana é uma princesa de Exoterra que está no último torneio de Mortal Kombat contra Shao Kahn, no qual seu pai, o Rei Jerrod, é o último guerreiro.
Shao Kahn vence Jerrod e o mata na frente de sua filha e de todos os seus súditos, escravizando todo o seu reino.
Agora é a vez da Terra, e Raiden precisa escolher um novo campeão. O escolhido é Johnny Cage, um ator em decadência especialista em filmes de luta. Assim, o destino da Terra fica nas mãos de Liu Kang, Sonya Blade, Jax Briggs, Cole Young e Johnny Cage.
Comentários
É um filme cheio de fan service, mas infelizmente para por aí. Temos a violência sem limites e os personagens com seus golpes característicos dos jogos, até mesmo os Fatalities, mas não passa disso. A história serve apenas para criar um pretexto para tudo acontecer; poderiam ter dedicado um tempo maior para desenvolvê-la, pois parece que pegaram a primeira ideia que tiveram e começaram a filmar.
Karl Urban fez o que pôde com o roteiro que lhe entregaram e suou para que o seu papel fosse de alguma forma relevante. No entanto, os "gênios" da direção eliminaram Johnny Cage — o protagonista que deveria salvar a franquia — logo na primeira luta.
É triste fazer resenhas ruins, mas cara, eles têm grandes personagens que já estão no coração do público. Custava pegar um roteiro com uma história boa? Não tinha um abençoado lá para falar que essa história não tinha profundidade nenhuma?
Se ficassem no aprofundamento da história da Kitana e do pai dela, ficaria legal — um filme focado só nessa parte salvaria. Contudo, talvez a pressa para mostrar as lutas e todos os golpes tenha estragado tudo.
Daqui a uns 10 anos, talvez façam um novo remake melhor. Mortal Kombat é uma franquia muito rica e pode ser bem melhor aproveitada nos cinemas.
O grande ensinamento do filme é sobre o que é preciso para ser um verdadeiro herói (embora pudessem ter se aprofundado mais nisso também). Johnny Cage era um herói para o seu público, mas sofria da síndrome do impostor, não acreditando que ele próprio era o herói, e sim o personagem dos seus filmes. Foi só quando percebeu que a força vinha dele mesmo que começou a ter fé em seu potencial.
Talvez nós não saibamos qual é o nosso verdadeiro potencial. Acredite: você pode ir muito mais além, basta crer e confiar no Senhor.
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