Filho Amado comenta sobre o filme Acompanhante Perfeita 2025
Acompanhante Perfeita (2025)
- Título Original: Companion
- Gênero: Ficção Científica / Suspense / Comédia Sombria
- Duração: 1h 38min
- Direção e Roteiro: Drew Hancock
- Distribuição: Warner Bros. Pictures
- Streaming: Netflix
- Ano de lançamento: 2025
Equipe Técnica
- Direção: Drew Hancock
- Roteiro: Drew Hancock
- Produção: Zach Cregger, Roy Lee, Raphael Margules, J.D. Lifshitz
- Fotografia: Eli Born
- Trilha Sonora: Bobby Krlic (The Haxan Cloak)
- Montagem: Brett W. Bachman
- Produção Executiva: Tracy Rosenblum, Andrew Childs
🎭 Elenco
- Sophie Thatcher — Iris
- Jack Quaid — Josh
- Lukas Gage — Patrick
- Megan Suri — Kat
- Harvey Guillén — Eli
- Rupert Friend — Sergey
🏢 Empresas
- Estúdios: BoulderLight Pictures / Vertigo Entertainment
- Distribuição: Warner Bros. Pictures
Josh e Íris são um jovem casal que se conheceu em um mercado. Eles estão viajando de carro para passar uma temporada na casa de Sergey, um estrangeiro milionário casado com Kat, amiga do casal. Na casa, já estavam Eli e Patrick.
Tudo ia bem, apesar da falta de simpatia de Josh com Íris, até que, em uma manhã, Íris está observando o lago sozinha quando Sergey aparece e tenta forçar algo com a garota, que acaba esfaqueando o milionário.
Quando ela vai pedir socorro para Josh e seus amigos, Josh simplesmente a manda dormir, e Íris se desliga.
Íris acorda amarrada a uma cadeira enquanto Eli e Patrick ligam para a assistência técnica. É então que Josh começa a explicar para a garota que, na verdade, ela é um robô que ele comprou para seu alívio sentimental e as memórias de seu primeiro encontro foram em plantados nela.
Porém, havia um outro plano orquestrado por Kat e Josh: todo o processo foi armado para que Íris matasse Sergey, permitindo que eles dividissem a fortuna do milionário.
Que filme louco! Fiquei alucinado vendo Íris, uma robô tão gentil, tendo que lidar com uma situação tão injusta.
Sophie Thatcher, a intérprete de Íris, nos faz apaixonar pela robozinha tão meiga e simpática — literalmente a acompanhante perfeita. Afinal, ela foi programada justamente para isso: para nos apaixonarmos por ela. Vamos falar mais sobre isso.
Jack Quaid é incrível! Ele fazendo o vilão nos deixa com muito ódio dele, cumprindo perfeitamente seu objetivo. Seu egocentrismo o leva a tentar controlar todos ao seu redor — nem a robô aguentou!
A grande questão do filme é, com certeza, o amor tóxico. Vemos em Íris a acompanhante "perfeita" para um homem: linda, submissa, sem exigências ou reclamações. E, quando ele não a aguenta mais, basta dizer a frase "vai dormir" e pronto.
Mas ela não é real. Ela não existe. As mulheres reais têm vontades, defeitos, erram, ficam carentes, ficam estressadas, precisam de carinho e proteção. E o homem precisa compreender isso.
O amor do homem por sua esposa deve ser exatamente assim.
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