Filho Amado comenta sobre o filme Mestres do Universo 2026


  • Leia a resenha com trilha sonora:


Elenco Principal e Personagens
Especificações Técnicas
  • Proporção de Tela: 2.39 : 1
  • Formatos de Som: Dolby Atmos, Dolby Digital, IMAX 6-Track
  • Estilo Visual: Live-action baseado na franquia clássica de brinquedos da Mattel

Sinopse

​Adam é o príncipe de Eternia, um universo mágico onde fica o Castelo de Grayskull. O castelo guarda os poderes da Espada de Grayskull sob a proteção da Feiticeira, uma mulher muito poderosa. Quando o castelo foi atacado, a Feiticeira escolheu Adam para guardar os poderes da espada, mesmo ele sendo apenas uma criança, e o mandou para a Terra a fim de salvá-lo do terrível Esqueleto.

​Na Terra, Adam acaba perdendo a espada e passa a vida em sua busca.

​Ao completar 25 anos, Adam se tornou um homem obcecado por seu planeta natal e por reencontrar sua espada, o que o torna meio "esquisito" aos olhos dos amigos e colegas de trabalho. Tudo muda até que, certo dia, ele recebe uma mensagem referente a um anúncio que publicou na internet procurando o artefato.



​Assim que o príncipe de Eternia finalmente põe as mãos em sua espada, uma enorme criatura passa a persegui-lo, até que Teela, sua amiga de infância de Eternia, o encontra.

​De volta a Eternia, Adam encontra um mundo totalmente destruído pelo governo cruel do Esqueleto. Decidido a ajudar seu povo, ele assume a força de Grayskull adquirida pela espada para enfrentar o terrível vilão.

​Comentários

​Um filme cheio de nostalgia! O coração até se aquece só de ouvir a musiquinha de fundo tocando. A fotografia e o figurino estão incríveis, tudo muito bem-feito — um carinho que os fãs de He-Man precisavam há muito tempo.


​Nicholas Galitzine entregou um He-Man diferente do que esperávamos. O visual ficou perfeito, mas aquele humor no estilo "fortão bobão" eu não me recordo de ver no desenho (posso estar errado). Lembrou-me bastante o Thor em Amor e Trovão. Não chega a estragar a experiência do filme, mas chegou bem no limite. Por outro lado, o fato de trazerem os ensinamentos morais e de caráter que ele fazia ao final de cada episódio para as crianças fez tudo dar certo no final.



​Morena Baccarin aparece muito pouco, mas, quando surge em cena, transmite uma sabedoria gigante.


​Idris Elba esteve extraordinário como Duncan (Homem-de-Armas). Ele provou que, embora a cor da pele seja diferente do personagem na animação clássica, ele incorporou o Duncan de forma única — ninguém faria melhor.


​Camila Mendes foi sensacional como Teela: uma mulher forte e destemida. A profundidade trazida na relação dela cuidando do pai alcoólatra foi um toque de mestre (com o perdão do trocadilho!).


​Agora, sobre Jared Leto como Esqueleto: tenho que tirar o chapéu, o homem arrasou.

​Eu jurava que quem interpretava o Rei Randor era o Hugh Jackman — talvez pela dublagem —, mas na verdade é o James Purefoy. Os dois são incrivelmente parecidos!


​A história fala muito sobre o verdadeiro significado de ser forte. Adam repete bastante sua famosa frase "Eu tenho a força!", não apenas ao empunhar a espada, mas também no seu dia a dia de trabalho na Terra. É uma declaração poderosa que nos motiva muito — tente falar em voz alta quando puder!


​O filme nos ensina que ter força não é apenas uma questão muscular; trata-se de ter compaixão, empatia, humanidade e muito mais.

​Cultivar essas características hoje em dia não é nada fácil. Às vezes precisamos "passar o pano" para certas coisas, ignorar outras e nos lembrarmos sempre de quem realmente somos. Vou repetir: não é fácil.

​A Palavra de Deus diz em Lucas 6:35-36, onde Jesus nos ensina que a nossa bondade e misericórdia devem refletir a própria natureza do Pai:

​"Amem, porém, os seus inimigos, façam o bem a eles... e vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bondoso para com os ingratos e maus. Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso."

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