Comentários do filme Kong: A Ilha da Caveira (2017)
- Dirigido por: Jordan Vogt-Roberts
- Roteiro de: Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly
- História de: John Gatins
- Baseado no Personagem "King Kong" criado por: Merian C. Cooper e Edgar Wallace
Créditos de Elenco e Personagens
- Tom Hiddleston como James Conrad (Rastreador e ex-capitão do SAS)
- Samuel L. Jackson como Tenente-Coronel Preston Packard (Líder do esquadrão Sky Devils)
- Brie Larson como Mason Weaver (Fotojornalista investigativa)
- John C. Reilly como Hank Marlow (Piloto da Segunda Guerra Mundial perdido na ilha)
- John Goodman como William "Bill" Randa (Líder da expedição e membro da Monarch)
- Corey Hawkins como Houston Brooks (Geólogo da Monarch)
- Tian Jing como San Lin (Bióloga da Monarch)
- Toby Kebbell como Major Jack Chapman (Piloto de helicóptero / Referência de movimento do Kong)
- Jason Mitchell como Glenn Mills (Oficial mandado para a ilha)
- Shea Whigham como Capitão Earl Cole (Soldado veterano do esquadrão)
- Thomas Mann como Reg Slivko (Jovem soldado fã de rock que carrega o toca-fitas)
- John Ortiz como Victor Nieves (Oficial de comunicação da expedição)
- Marc Evan Jackson como Landsat Steve (Pesquisador de satélite)
Créditos de Produção
- Produzido por: Thomas Tull, p.g.a., Jon Jashni, p.g.a., Mary Parent, p.g.a., Alex Garcia, p.g.a.
- Produtores Executivos: Eric McLeod, Edward Cheng
- Coprodutor: Tom Peitzman
Créditos Técnicos Principais
- Diretor de Fotografia: Larry Fong, ASC
- Design de Produção: Stefan Dechant
- Editores (Montagem): Christian Wagner, Richard Pearson, ACE
- Trilha Sonora Composta por: Henry Jackman
- Supervisor de Efeitos Visuais: Stephen Rosenbaum
- Design de Figurino: Mary E. Vogt
- Direção de Elenco (Casting): Sarah Finn, CSA
Empresas Envolvidas
- Apresentado por: Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures
- Em Associação com: Tencent Pictures
- Uma Produção de: Inis Cool Island
- Efeitos Visuais e Animação por: Industrial Light & Magic (ILM)
Sinopse
No final da Guerra do Vietnã, uma equipe de militares recebe a última missão de escoltar um grupo de cientistas até uma ilha inexplorada.
William "Bill" Randa, o líder da equipe científica da Monarch, afirma que eles buscariam novos biomas e, talvez, até novas fontes de energia. No entanto, os soldados logo descobrem que tudo era uma mentira: assim que chegam à ilha, são atacados por um gorila do tamanho de um prédio, que era, na verdade, o verdadeiro foco da expedição.
Agora, toda a equipe deve encontrar uma maneira de sair viva dessa ilha monstruosa.
Comentários
Um filme fascinante, com muitos efeitos visuais e cheio de estrelas. A história é clichê, mas é muito empolgante, e as lutas entre os monstros são de arrepiar.
A fotografia ambientada nos anos 70 é linda. Nas cenas em que Mason Weaver fotografa os nativos da Ilha da Caveira, quase podemos acreditar que se trata de uma tribo isolada de verdade; o trabalho de maquiagem, somado às locações fantásticas, colaborou muito para essa imersão.
Parece que todo o elenco da "era de ouro" do MCU estava escalado para o longa, o que me atraiu muito. Começando por Tom Hiddleston como James Conrad, o rastreador. Nosso eterno Loki faz um protagonista sensacional: sua liderança e decisões na hora certa nos trazem segurança em meio ao mundo de terror apresentado na ilha.
Brie Larson, como a fotógrafa — e nossa Capitã Marvel —, entrega uma personagem cheia de atitude. Ela nos mostra que não é apenas uma mocinha em perigo, assumindo posições firmes e corajosas várias vezes diante do perigo.
E não podemos deixar de falar do incrível Samuel L. Jackson como o Tenente-Coronel Preston Packard. O cara é demais! Vemos que, na verdade, ele é o verdadeiro vilão do filme. Não sei como ele conseguiu, mas sua obsessão e loucura, achando que estava em uma guerra pessoal contra o próprio Kong, nos fazem ficar com dó do gorila gigante e tomar o lado da criatura.
Muitas vezes, achamos que estamos sempre certos, exatamente como o Coronel Packard. Colocamos em risco a vida das pessoas que amamos apenas para defender nossas certezas, correndo o risco de perder amizades ou relacionamentos só para "ganhar" uma discussão. No fim das contas, será que vale a pena?
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