Filho Amado comenta sobre o filme Máquina Mortífera 1987
Máquina Mortífera (1987)
Título Nacional: Máquina Mortífera
Título Original: Lethal Weapon
Ano de Lançamento: 1987
País de Origem: EUA
Gênero: Ação, Policial, Thriller
Duração: Aproximadamente 110 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos (Brasil) / R (EUA)
Direção: Richard Donner
Roteiro: Shane Black
Distribuição no Brasil: Warner Bros. Pictures
Estúdio: Silver Pictures / Warner Bros.
🎭 Elenco Principal e Personagens
- Mel Gibson como Martin Riggs
- Danny Glover como Roger Murtaugh
- Gary Busey como Sr. Joshua
- Mitch Ryan como General Peter McAllister
- Tom Atkins como Michael Hunsaker
- Darlene Love como Trish Murtaugh
- Traci Wolfe como Rianne Murtaugh
- Jackie Swanson como Amanda Hunsaker
🎬 Produção (Equipe Técnica)
- Produção: Richard Donner e Joel Silver.
- Produção Executiva: Deke Heyward e Jennice Turner.
- Direção de Fotografia: Stephen Goldblatt.
- Design de Produção: J. Michael Riva.
- Montagem (Edição): Stuart Baird.
- Trilha Sonora: Michael Kamen e Eric Clapton.
- Direção de Elenco: Marion Dougherty.
Sinopse
Uma mulher se joga da janela do alto de um prédio em Los Angeles. Essa moça é Amanda Hunsaker, filha de um grande amigo de Roger Murtaugh, um detetive veterano do Departamento de Polícia de L.A. (LAPD) que acabou de completar 50 anos.
Roger tem uma casa linda, três filhos — Rianne (a mais velha), Nick (o do meio) e Carrie (a caçula) — e sua esposa, Trish Murtaugh.
Do outro lado está Martin Riggs, um policial que vive uma espiral autodestrutiva e exibe tendências suicidas após a morte recente de sua esposa em um acidente de carro. Ele se tornou imprevisível, extremamente violento e destemido em combate — uma verdadeira "máquina mortífera", o que faz com que ninguém queira trabalhar com ele.
Ao chegar no trabalho, Roger descobre que Martin é seu novo parceiro. Isso o deixa bem incomodado, pois ele já conhece a fama do rapaz.
Os dois são chamados para resolver o aparente suicídio de Amanda. A partir daí, começam a investigar o passado do pai da garota, Michael Hunsaker, um antigo companheiro de Murtaugh na Guerra do Vietnã. A dupla descobre que a morte está ligada a uma gigantesca e implacável rede de tráfico de heroína chamada Companhia, liderada por ex-militares e mercenários da mesma guerra, representados pelo General McAllister e pelo sádico Sr. Joshua.
Comentários
É um filme policial clássico com muitos clichês do gênero, mas com uma história empolgante e bem ágil para a época. A fotografia, as roupas e os penteados eternizaram uma época fantástica, que foram os anos 80 e 90. Amo muito ver esses filmes antigos; é como voltar no passado.
Mel Gibson, como Martin Riggs, nos entrega um protagonista bem original. Seus defeitos e falhas nos fazem duvidar várias vezes de sua competência, o que, no decorrer do filme, se mostra um erro, já que ele se entrega ao serviço de corpo e alma — literalmente afogando a sua dor no trabalho. O ator, na época, já tinha muita experiência com personagens carregados de drama intenso. O Martin me lembrou muito o personagem que Mel Gibson fez em Mad Max. Ele com certeza é o meu ator favorito.
Danny Glover como Roger Murtaugh é fantástico e forma uma dupla de respeito com o Mel: o policial bom e o policial mau. Roger tem um coração que nos inspira e nos representa. Seu desespero para salvar a família é palpável. É muito legal vê-lo acolher Martin e tentar mostrar que a vida ainda vale a pena. Acredito que o filme foca muito nisso: na superação do luto de Martin. No final, ele presentear Roger com a bala que guardava para se matar foi sensacional.
Roger salvou a vida de Martin não só dos bandidos, mas dele mesmo. No mundo, precisamos buscar amizades dessa forma, que nos motivam a crescer, seguir adiante e buscar a Deus. Por mais difícil que seja de acreditar, ainda existem essas pessoas — e eu posso ser uma delas.
Se você está em uma situação como a de Martin, achando que não tem mais jeito e que a morte é a saída mais fácil, pode me procurar. Meu WhatsApp é (62) 99544-8919. Ou procure ajuda profissional: ligue 188 para o CVV (Centro de Valorização da Vida).
Eles realizam um trabalho voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo.
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