Filho Amado comenta sobre o filme Inteligência Artificial 2026


Justiça Artificial

  • ​Título Original: Mercy
  • ​Ano de Lançamento: 2026
  • ​Gênero: Ficção Científica / Thriller de Ação
  • ​Duração: 100 minutos
  • ​País de Origem: Estados Unidos

​Equipe de Direção e Produção

  • ​Direção: Timur Bekmambetov
  • ​Roteiro: Marco van Belle
  • ​Produção: Charles Roven, Robert Amidon, Timur Bekmambetov e Majd Nassif
  • ​Empresas Produtoras: Atlas Entertainment / Bazelevs
  • ​Distribuição: Amazon MGM Studios (Global) / Sony Pictures (Cinemas internacionais)

​Elenco Principal

  • ​Chris Pratt: Detetive Chris Raven
  • ​Rebecca Ferguson: Juíza Maddox (Interface da IA)
  • ​Kali Reis: Jacqueline "Jaq" Diallo
  • ​Annabelle Wallis: Nicole Raven
  • ​Kylie Rogers: Britt Raven
  • ​Chris Sullivan: Robert Nelson

​Departamentos Técnicos

  • ​Trilha Sonora: Ramin Djawadi
  • ​Direção de Fotografia: Khalid Mohtaseb
  • ​Design de Produção: Chris Trujillo
  • ​Montagem: Austin Keeling, Lam T. Nguyen e Dody Dorn
  • ​Efeitos Visuais: Bazelevs VFX

​Sinopse

​O detetive Chris Raven acorda preso a uma cadeira, sendo informado de que é réu em um novo tipo de julgamento. Nele, uma inteligência artificial chamada Maddox atua como júri, juiz, advogado e executor. Esse modelo de tribunal foi estabelecido devido às altas taxas de criminalidade no mundo e, por ironia do destino, Chris era justamente o detetive que mais enviava criminosos para esses julgamentos.


​Acusado de matar sua ex-esposa, ele agora tem apenas 90 minutos para provar sua inocência, utilizando todos os recursos tecnológicos que a própria Maddox oferece.

​Comentários

​Nunca pensei que um filme onde o protagonista passa 98% do tempo sentado pudesse entregar tanta adrenalina.

​Chris Pratt tem feito escolhas muito cautelosas em seus projetos, o que traz uma segurança para o público na hora de assistir seus filmes. Ele transmite com precisão as sensações de claustrofobia e impotência de seu personagem, preso à cadeira enquanto luta para provar sua inocência.

​O ponto mais interessante é que o Detetive Chris não é um protagonista perfeito; ele é cheio de falhas, o que faz com que nós, espectadores, cheguemos a duvidar de sua inocência em certos momentos, tornando a trama muito mais envolvente.


​A dinâmica que Chris desenvolve com a IA é fantástica. Rebecca Ferguson, que interpreta a interface da Juíza Maddox, está sensacional, conseguindo transformar uma IA "linha dura" em uma figura carismática.

​Particularmente, sou muito a favor do uso da inteligência artificial em todas as áreas possíveis. Acredito que seja uma ferramenta poderosa para nos auxiliar e penso que estamos utilizando apenas uma pequena parcela do seu potencial para a humanidade. Elas não são seres que tomarão nosso lugar, mas sim ferramentas que nos ajudarão a evoluir cada vez mais.

​A grande lição do filme, a meu ver, é que todos estamos sujeitos ao erro, mas o fundamental é fazermos todo o possível para repará-los.


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