Filho Amado comenta sobre o jogo Final Fantasy XII
Sinopse: Final Fantasy XII
O Império de Archadia, localizado ao Leste, é uma superpotência militar e tecnológica governada pela Família Solidor. Eles buscam dominar todo o continente de Valendia e além. No caminho desse avanço imperial, dois reinos menores foram os primeiros a sofrer: Nabradia e Dalmasca.
Devido ao ataque inicial, o Príncipe Rasler (de Nabradia) e a Princesa Ashe (de Dalmasca) casaram-se às pressas, em uma tentativa de unir forças para resistir. No entanto, logo após a cerimônia, Rasler partiu para a linha de frente para defender sua terra natal e acabou falecendo em combate.
É nesse cenário que conhecemos nosso primeiro personagem jogável: Reks, um soldado raso de 17 anos da Ordem dos Cavaleiros de Dalmasca. Sua missão era salvar o Rei de Dalmasca, que estava em uma fortaleza para assinar um tratado de rendição. Reks e seu esquadrão, liderado pelo Capitão Basch, infiltraram-se no local para impedir que o reino fosse entregue ao Império.
Ao chegar à sala do trono, Reks sofre um choque: o Rei está morto e seu mentor, o Capitão Basch, aparece com a espada ensanguentada. Para não deixar testemunhas, Basch golpeia Reks com uma facada.
Dois anos depois, assumimos o papel de Vaan, o irmão mais novo de Reks. Revoltado por ter perdido toda a família na guerra e culpando Basch pela morte do irmão, Vaan sobrevive nas ruas ocupadas, e é assim que nossa grande aventura começa.
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Um jogo excepcional e muito à frente de seu tempo, como é costume na franquia Final Fantasy. O modo de mundo aberto oferece uma liberdade fora do comum, criando uma imersão que chega a assustar.
Os gráficos são deslumbrantes para o padrão do PS2 em 2006. A história é envolvente e intrigante, gerando indignação ao mostrar um governo que, por ser tecnologicamente superior e possuir um exército mais forte, decide subjugar os mais fracos. (Qualquer semelhança com a realidade atual é mera coincidência). Não que a ordem seja ruim — algumas pessoas que não têm capacidade para tomar boas decisões talvez necessitem de uma direção —, mas precisa ser pela força? Talvez sim, não é? (Atenção: estou falando do jogo!).
O que achei mais interessante é que o roteiro não nos coloca como líderes no centro da história, mas como pessoas comuns tentando sobreviver em meio ao caos da guerra.
Nota: 10
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