Filho Amado comenta sobre a série Casa do Dragão 2ª temporada


Veja a resenha da primeira temporada 

Informações Gerais
Showrunner: Ryan Condal
Baseado em: Fogo & Sangue, de George R.R. Martin
Produtores Executivos: George R.R. Martin, Ryan Condal, Sara Hess, Alan Taylor, Melissa Bernstein, Kevin de la Noy, Loni Peristere e Vince Gerardis.
Compositor (Trilha Sonora): Ramin Djawadi

Elenco Principal (Os Pretos)
Emma D’Arcy: Rainha Rhaenyra Targaryen
Matt Smith: Príncipe Daemon Targaryen
Harry Collett: Príncipe Jacaerys Velaryon
Steve Toussaint: Lorde Corlys Velaryon ("Serpente Marinha")
Bethany Antonia: Lady Baela Targaryen
Phoebe Campbell: Lady Rhaena Targaryen

Elenco Principal (Os Verdes)
Olivia Cooke: Rainha Dowager Alicent Hightower
Tom Glynn-Carney: Rei Aegon II Targaryen
Ewan Mitchell: Príncipe Aemond Targaryen
Phia Saban: Rainha Helaena Targaryen
Fabien Frankel: Sor Criston Cole
Matthew Needham: Larys Strong
Rhys Ifans: Sor Otto Hightower
Novos Personagens de Destaque
Abubakar Salim: Alyn de Hull
Clinton Liberty: Addam de Hull
Kieran Bew: Hugh Martelo
Tom Bennett: Ulf, o Branco
Gayle Rankin: Alys Rivers
Freddie Fox: Sor Gwayne Hightower
Simon Russell Beale: Sor Simon Strong

Equipe Técnica de Destaque
Direção de Episódios: Alan Taylor, Clare Kilner, Geeta Vasant Patel, Andrij Parekh e Loni Peristere.
Direção de Fotografia: Catherine Goldschmidt, Alejandro Martinez, entre outros.
Design de Produção: Jim Clay
Figurino: Caroline McCall e Janany Jayanth
Efeitos Visuais (VFX): Angus Bickerton (Supervisor)

Principais Locais de Filmagens
Leavesden Studios: Watford, Inglaterra (Sets internos como a Sala do Trono).
País de Gales: Diversas locações para as Terras fluviais e o Vale.
Espanha (Cáceres): Utilizada para as cenas de rua de Porto Real.


Sinopse

​A Rainha Rhaenyra Targaryen parte em busca dos restos mortais de seu filho, Lucerys, morto no final da primeira temporada. Somente após encontrá-los é que ela retorna para Pedra do Dragão (Dragonstone) consumida pelo ódio, ordenando a Daemon que mate Aemond sob o lema "um filho por um filho". No entanto, os assassinos contratados não encontram Aemond, mas sim os dois filhos pequenos da Rainha Helaena — esposa e também irmã do Rei Aegon II.

​Os assassinos invadem os aposentos reais e obrigam Helaena a escolher qual de seus filhos gêmeos (Jaehaerys ou Jaehaera) deve morrer. Em um momento de puro terror, ela aponta para Jaehaerys, e os assassinos decapitam a criança diante de seus olhos.




​A morte do herdeiro destrói qualquer possibilidade de resolução diplomática. Aegon II, que já se mostrava instável, entra em um estado de fúria absoluta. Ele ordena a execução de todos os apanhadores de ratos de Porto Real, pendurando-os nas muralhas para garantir que o assassino conhecido como "Queijo" fosse punido. Esse ato gera medo e ressentimento na população da cidade.

​Sentindo que seu avô, Otto Hightower, é excessivamente lento e cauteloso, Aegon o demite do cargo de Mão do Rei e nomeia Criston Cole. Cole, muito mais violento, inicia imediatamente uma campanha de ataques às terras dos senhores que apoiam Rhaenyra. Embora Daemon tenha planejado o ataque, a culpa recai sobre a facção dos "Pretos". O evento é usado pelos "Verdes" como propaganda para pintar Rhaenyra como uma tirana cruel e "assassina de parentes", fazendo com que aliados hesitem e o povo passe a temer sua ascensão ao trono.

​Comentários

​A segunda temporada começa com um impacto tão violento que nos deixa sem chão; precisei respirar por alguns dias antes de continuar os episódios seguintes.


​Aemond Targaryen surge ainda mais sanguinário, com uma sede de vingança que atinge até a própria família. As consequências de seus atos são terríveis, e Ewan Mitchell, o ator que o encarna, entrega uma atuação nota 10. Também preciso destacar Tom Glynn-Carney como o Rei Aegon II; o ator foi genial, especialmente após o personagem ser incendiado pelo próprio irmão — ele nos fez tremer.


​As cenas de lutas entre dragões estão cada vez mais impactantes e violentas. Elas mostram exatamente o que disse Criston Cole: perante os dragões, os homens e seus exércitos são apenas "cinzas ao vento". Os efeitos visuais estão impecáveis.


​É triste ver as consequências e a destruição de uma guerra, principalmente sobre inocentes. Nem precisamos de dragões para notar isso; nas guerras do nosso mundo essa dor já é palpável. Como li certa vez em um livro, "a guerra é o fracasso da diplomacia". O que devemos fazer é saber dialogar e, às vezes, ceder para evitar o conflito.

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