Filho Amado comenta sobre a série Casa do Dragão 2ª temporada
Sinopse
A Rainha Rhaenyra Targaryen parte em busca dos restos mortais de seu filho, Lucerys, morto no final da primeira temporada. Somente após encontrá-los é que ela retorna para Pedra do Dragão (Dragonstone) consumida pelo ódio, ordenando a Daemon que mate Aemond sob o lema "um filho por um filho". No entanto, os assassinos contratados não encontram Aemond, mas sim os dois filhos pequenos da Rainha Helaena — esposa e também irmã do Rei Aegon II.
Os assassinos invadem os aposentos reais e obrigam Helaena a escolher qual de seus filhos gêmeos (Jaehaerys ou Jaehaera) deve morrer. Em um momento de puro terror, ela aponta para Jaehaerys, e os assassinos decapitam a criança diante de seus olhos.
A morte do herdeiro destrói qualquer possibilidade de resolução diplomática. Aegon II, que já se mostrava instável, entra em um estado de fúria absoluta. Ele ordena a execução de todos os apanhadores de ratos de Porto Real, pendurando-os nas muralhas para garantir que o assassino conhecido como "Queijo" fosse punido. Esse ato gera medo e ressentimento na população da cidade.
Sentindo que seu avô, Otto Hightower, é excessivamente lento e cauteloso, Aegon o demite do cargo de Mão do Rei e nomeia Criston Cole. Cole, muito mais violento, inicia imediatamente uma campanha de ataques às terras dos senhores que apoiam Rhaenyra. Embora Daemon tenha planejado o ataque, a culpa recai sobre a facção dos "Pretos". O evento é usado pelos "Verdes" como propaganda para pintar Rhaenyra como uma tirana cruel e "assassina de parentes", fazendo com que aliados hesitem e o povo passe a temer sua ascensão ao trono.
Comentários
A segunda temporada começa com um impacto tão violento que nos deixa sem chão; precisei respirar por alguns dias antes de continuar os episódios seguintes.
Aemond Targaryen surge ainda mais sanguinário, com uma sede de vingança que atinge até a própria família. As consequências de seus atos são terríveis, e Ewan Mitchell, o ator que o encarna, entrega uma atuação nota 10. Também preciso destacar Tom Glynn-Carney como o Rei Aegon II; o ator foi genial, especialmente após o personagem ser incendiado pelo próprio irmão — ele nos fez tremer.
As cenas de lutas entre dragões estão cada vez mais impactantes e violentas. Elas mostram exatamente o que disse Criston Cole: perante os dragões, os homens e seus exércitos são apenas "cinzas ao vento". Os efeitos visuais estão impecáveis.
É triste ver as consequências e a destruição de uma guerra, principalmente sobre inocentes. Nem precisamos de dragões para notar isso; nas guerras do nosso mundo essa dor já é palpável. Como li certa vez em um livro, "a guerra é o fracasso da diplomacia". O que devemos fazer é saber dialogar e, às vezes, ceder para evitar o conflito.
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