Filho Amado comenta sobre a série Jéssica Jones 1ª temporada EP 2 síndrome de esmagamento


Índice 

Título do Episódio: AKA Crush Syndrome (AKA Síndrome de Esmagamento)

Data de Lançamento: 20 de novembro de 2015

Elenco Principal (Cast)

​Elenco Convidado e Participações Especiais

  • ​Parisa Fitz-Henley como Reva Connors
  • ​Susie Abromeit como Pam
  • ​Nichole Yannetty como Nicole
  • ​James Colby como Brian Jones
  • ​Lisa Emery como Louise Coslov
  • ​Michael Siberry como Bud Gilkes
  • ​Gillian Glasco como Emma
  • ​Ryan Farrell como Jackson

Sinopse


​Neste episódio, vemos Jessica sendo interrogada sobre a morte dos pais de Hope. Ela esclarece aos investigadores que é detetive particular. Durante o interrogatório, um policial mostra fotos que ela tirou de Luke Cage e questiona o motivo da investigação (na verdade, Jessica teve um relacionamento com ele).

​Ela recupera as fotos e vai atrás de Luke, que também estava sendo questionado pela polícia. Ele pergunta por que ela o seguia, e ela mente, dizendo que um marido desconfiado a contratou para investigar se a esposa o estava traindo — e que o amante, no caso, seria Luke. O barman, então, pede que Jessica o deixe em paz.

​Em seguida, Jessica visita Hope na cadeia e garante que acredita nela, afirmando que Kilgrave a manipulou e que ela fará o possível para provar sua inocência. Para isso, Jessica pede ajuda à sua cliente e advogada, Jeri Hogarth, que aceita o caso sob uma condição: Jessica precisa provar a existência de Kilgrave.

​Comentários

​O segundo episódio veio para nos prender ainda mais à série. O medo que Jessica Jones sente de Kilgrave é muito impactante; gosto muito da atuação de Krysten Ritter, que consegue construir uma personagem tão durona e, ao mesmo tempo, tão frágil.Ela escolhendo a roupa no hospital foi hilário.


​Este capítulo foca no terrível poder de Kilgrave, que é extraordinário: ele manipula as pessoas para que façam exatamente o que ele deseja. A cena em que ele manda as crianças irem para o armário é incômoda ao extremo — talvez, para mim, por ter filhos e sobrinhos naquela faixa etária.


​Infelizmente, esse tipo de poder existe em pessoas reais. Talvez não de forma tão fantasiosa, mas tão aterrorizante quanto. Algumas pessoas, ou até influenciadores, usam a psicologia para manipular e fazer com que os outros ajam como eles querem. Ver pessoas manipulando umas às outras nos causa revolta. Mas o que devemos fazer?

​Podemos nos blindar com a verdade. Como cristão, vejo a Palavra de Deus como a única verdade absoluta. Podemos ser "manipulados" por ela, mas será que a vida não é, no fundo, uma questão de escolher por quem seremos influenciados ou manipulados? Pais, amigos, filmes, livros, jogos, um líder religioso ou a Palavra de Deus: a escolha é nossa, ou será que não?

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