Filho Amado comenta sobre o HQ Homem-Aranha n° 7
Sinopse
Nesta história, Peter decide, com a ajuda de sua Tia May, se candidatar a uma vaga de professor de ciências no colégio Midtown School — a mesma escola onde ele estudava quando criança.
Quando estava pegando os papéis para se inscrever na vaga, seu sentido aranha dispara e o Homem-Aranha precisa enfrentar um homem armado com uma metralhadora que está atacando os alunos do colégio.
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J. Michael Straczynski nos traz um assunto muito pertinente: a violência nas escolas, que hoje em dia está cada vez mais assustadora. Tenho parentes e amigos que são docentes, e os casos que eles relatam são revoltantes.
Inclusive, minha mãe, Romilda, que é uma dessas professoras, relata um ataque que sofreu de um aluno. No caso dele, tratava-se de um problema muito grave chamado TOD (Transtorno Opositivo Desafiador) — um transtorno do neurodesenvolvimento, mais frequentemente diagnosticado na infância e na adolescência, caracterizado por um padrão persistente de comportamento negativista, desafiador, desobediente e hostil direcionado a figuras de autoridade (como pais, professores ou supervisores).
Seria muito simples dizer que o grande problema é apenas a falta de respeito e de submissão dos alunos às autoridades. Mas, na verdade, falta estrutura curricular e material para trabalhar com as crianças de hoje, muitas das quais crescem em lares abusivos e expostas aos eletrônicos com todo tipo de conteúdo, sem limite algum.
Eu, infelizmente, já falei várias vezes para meus parentes e amigos educadores largarem a profissão ou buscarem uma forma mais segura de exercê-la, talvez vendendo EAD ou cursos de reforço on-line. Mas, assim como o Peter não correu do perigo, eles também não correm: decidiram lecionar, mesmo cientes dos riscos.
Eles são os nossos verdadeiros heróis.
Sinopse
Peter apresenta seu novo apartamento aos amigos, que estão muito preocupados com ele.
Conhecemos também um homem que tem uma fixação por todos os heróis e vilões da Marvel — além de um ódio esquisito pelo Peter.
Ele começa atacando um banco utilizando uma força sobre-humana, os tentáculos do Doutor Octopus, o braço do Hulk e a elasticidade do Reed Richards. Vemos, então, que não era apenas uma simples fixação.
As autoridades o confundem com o Homem-Aranha, o que atrai as manchetes dos jornais. Ao ouvir as notícias pelo seu rádio-aranha, nosso amigão da vizinhança vai atrás do vilão.
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Parece que o nosso querido Homem-Aranha vai ter que enfrentar um inimigo peso-pesado. O homem tem os poderes de diversos heróis e vilões da Marvel, e o teioso, além de combater esse bandido com habilidades absurdas, ainda precisa lidar com as reportagens sensacionalistas que jogam a opinião pública contra ele.
O prestígio da grande mídia hoje em dia é uma sombra do que já foi. Na minha infância, o que falavam era tido como verdade absoluta, mas hoje, graças às redes sociais, o público percebeu a manipulação e as orquestrações das quais ela é capaz, o que acabou desvalorizando sua reputação.
Muitas pessoas, assim como o Homem-Aranha — que deu a vida pelo povo, abrindo mão não só da sua paz, mas também da sua família —, acabam sendo taxadas de vilãs. Hoje em dia é difícil discernir o que é verdade e o que é mentira. O ideal é não julgar antes de conhecer todos os lados, checar as fontes várias vezes e manter a mente aberta para novas informações.
Sinopse
O nosso querido Homem-Aranha está enfrentando o Rino, que tentava roubar um banco. Um homem desconhecido o observa enquanto o amigão da vizinhança recebe os louros pela captura do vilão.
Quando conhecemos melhor esse homem, vemos que ele é um antigo valentão que fazia um bullying terrível com o Peter quando eram crianças. Mas parece que agora ele conseguiu alguns poderes especiais que podem trazer grandes riscos para o Peter e seus amigos.
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Vemos nas páginas dessa história o terrível bullying que o nosso herói sofria antes de ganhar seus superpoderes — coisas terríveis que, infelizmente, não ficam só na ficção. Muitas crianças sofreram e sofrem até hoje esse tipo de violência nas escolas, nos pátios de condomínios e em vários outros lugares.
Eu e meu irmão, por sermos gêmeos, sofríamos muito com isso na infância. Talvez fosse por inveja, por sermos sempre o centro das atenções. O que fizemos várias vezes foi tentar enfrentar, mas isso não adiantava nada — aí é que eles gostavam mesmo de zoar. A grande solução acabou sendo ignorar, seguir a minha vida e fazer novos amigos. Mas eu entendo que nem todos conseguem fazer isso. Por isso, a grande questão é que devemos cuidar das nossas crianças, conversando com elas, explicando as coisas e mostrando a verdade.
Até Jesus foi perseguido, por que achamos que não seria assim conosco? Temos que aprender a vencer o mal com o amor.
"Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem." — Romanos 12:21
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